Complexo Pequeno Príncipe

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Depoimentos

  • Beneficiados

    • Maria Hélia Maris da Silva. É mãe de Gabriel, de 4 anos, que está em tratamento de uma doença congênita no Hospital.

      É muito bom acompanhar meu filho de perto, principalmente agora que ele está se recuperando. O Gabriel tem sido muito bem tratado. Não tenho nada para reclamar; o programa do Família é perfeito.

    • Indianara Pereira. O filho de 1 ano e 10 meses teve infecção e estava internado pela segunda vez no Hospital.

      Só tenho a agradecer ao hospital: fui atendida em tudo o que eu e meu filho precisávamos. O tratamento é 100%, e é por isso que é tão importante o projeto de ampliação. Ele vai abrir chances para mais crianças serem atendidas. Expandir é sempre muito bom, ainda mais para um hospital que é referência brasileira em atendimento infantil e tem profissionais capacitados para atender a essa demanda. Com isso, muitas crianças que não tiveram oportunidade de ser internadas porque os leitos estavam todos ocupados poderão também ser atendidas no Pequeno Príncipe.

    • Carmem Maria Flores de la Cruz. A filha de cinco anos teve problemas com o apêndice e passou um mês internada pelo SUS.

      Estar aqui no Hospital junto com minha filha é muito bom. Sempre ajudo as enfermeiras a ver os sinais de saúde, a medir a temperatura, a arrumar a cama - tudo quanto posso fazer, eu faço. Isso é excelente, permitir a participação dos pais, porque os filhos ficam mais seguros. É uma situação difícil estar no hospital, tanto para a criança quanto para a família e também para quem trabalha aqui. Por isso, a mãe do Família Participante dá apoio não só ao paciente, mas também à equipe de saúde, que tem tantas crianças para cuidar. Isso quando não ajuda mães que acabaram de chegar: as famílias se aconselham, e isso é um apoio excelente, porque evita o pânico. Além disso, o cuidado e o tratamento dos funcionários conosco é sempre muito bom.

  • Investidores

    • Ficamos bastante impressionados com o alto grau de profissionalismo e comprometimento das pessoas que trabalham aí. Não é fácil ver a situação das crianças. Mas encontramos as famílias em torno dos pacientes, dando apoio à recuperação, vimos o trabalho dos voluntários, a escolarização para as crianças e o brilho nos olhos dos integrantes da equipe para atender a todos, independentemente da condição social. Isso nos fez contribuir com o Hospital Pequeno Príncipe.

      Tobias Fischer - diretor da Robert Bosch Ltda.

    • Na visita pudemos perceber a perseverança no olhar de todos, desde as recepcionistas até a equipe de saúde. E certamente, diante de uma realidade difícil como a que o Pequeno Príncipe vive, a postura otimista faz toda a diferença.

      René Lopes - gerente de Recursos Humanos da Bosch

    • Conheci o Hospital Pequeno Príncipe há cerca de 25 anos, quando meu filho sofreu um acidente e precisou de atendimento. A vida é muito importante, mas nós normalmente só pensamos nela quando ela está ameaçada. Quando eu vi o Projeto de Ampliação do Pequeno Príncipe, percebi que bastava só um redirecionamento de recursos para contemplar essa obra de vulto, que deve ser orgulho para todo o Paraná. Nós direcionamos, então, uma parte importante do que poderíamos para investir neste projeto e isso não vai representar um gasto extra, pois já pagaríamos para os cofres federais.

      Elzio Batista – diretor adjunto e financeiro da Copel

  • Tributaristas

    • "Os incentivos fiscais existem no mundo todo e são importantes ferramentas utilizadas pelos governos, que através da redução de sua arrecadação de impostos, buscam fomentar o investimento privado em uma determinada atividade ou região. Portanto, eles não são uma benesse ou vantagem, mas um instrumento da política de desenvolvimento.

      O uso de incentivos fiscais para projetos sociais e culturais é crescente, mas ainda está muito aquém do potencial, ou seja, do valor que poderia ser destinado para os projetos se todas as pessoas e empresas que podem fazer doações as tivessem feito. A taxa de utilização varia de incentivo a incentivo, mas ainda é muito pequena, oscilando entre 2,3% do potencial (doações de empresas para ONGs) e 50% (doações de indivíduos para os fundos da criança e do adolescente), conforme dados da Secretaria da Receita Federal divulgados em 2003".

      Depoimento: Eduardo Szazi - Especialista em legislação do terceiro setor, Szazi é consultor jurídico do GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas.

Associação hospitalar de proteção à infância dr. Raul Carneiro
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